O Mundo da Criança: o que podemos fazer para a ver crescer… bem!

O Mundo da Criança: o que podemos fazer para a ver crescer… bem!

O Mundo da Criança: o que podemos fazer para a ver crescer… bem!

Os primeiros anos de vida são extremamente importantes para o desenvolvimento de uma criança. Durante a infância, o sistema imunitário ainda se encontra em desenvolvimento, o que deixa as crianças mais suscetíveis a infeções e doenças. Também a evolução física e psicológica destas deve ser acompanhada de perto, para impedir que ocorram complicações durante o seu crescimento. É, por isso, muito importante que a criança seja acompanhada por um pediatra da sua confiança, pois mais do que tratar doenças, o objetivo da pediatria é contribuir para o seu melhor crescimento e desenvolvimento.

Lembre-se: sempre que uma criança cresce, o mundo torna-se um lugar melhor.

Eis as especialidades que encontra nas Clínicas Polidiagnóstico, que poderão ajudar as famílias  neste caminho:

Pediatria

O acompanhamento médico da criança é fundamental para garantir uma infância saudável e um futuro adulto com mais qualidade de vida. A escolha do pediatra para o nosso filho geralmente começa na gravidez, de modo a que este possa acompanhar a criança desde os seus primeiros dias de vida. Confiança, proximidade e disponibilidade são critérios fundamentais na escolha destes profissionais.

A pediatria é a especialidade médica que estuda, trata e acompanha o crescimento e desenvolvimento de crianças e adolescentes. Apesar das visitas ao pediatra serem mais frequentes durante os primeiros anos de vida, a idade pediátrica estende-se geralmente até à adolescência, ou à maioridade, atuando nas vertentes:

• Bem-estar psicológico e emocional;

• Realização de exames necessários;

• Aconselhamento sobre vida saudável, prevenção de doenças e vacinação.

• Identificação de necessidade de intervenção de outras especialidades médicas de intervenção pediátricas.

 

Psicologia

Várias fases de crescimento e diferentes ambientes familiares/sociais marcam o desenvolvimento da criança. É natural que muitas vezes haja necessidade de apoio especializado no âmbito do comportamento e das atitudes da criança, da socialização ou do seu desempenho escolar por exemplo. O psicólogo pode ser o acompanhamento necessário para que a criança supere mudanças, dificuldades e se desenvolva de forma harmoniosa consigo mesma.

A psicologia é a ciência que estuda os processos mentais e o comportamento humano, assim como questões únicas em cada indivíduo, como a personalidade, motivação, frustração, aprendizagem, inteligência e comunicação interpessoal.

Partilhamos alguns sinais que podem levar os pais a recorrer a apoio psicológico:

             Diminuição do desempenho escolar;

             Comportamento agitado ou agressividade;

             Sentimentos de tristeza persistentes;

             Isolamento social;

             Baixa autoestima;

             Falta de preocupação pelas outras pessoas ou pelo que acontece à sua volta.

 

Psicopedagogia

Estuda processos de aprendizagem de indivíduos de qualquer idade, por forma a identificar dificuldades e transtornos que interferem na assimilação de conteúdos. Mas tem especial relevo quando falamos de crianças e jovens em idade escolar Até porque o seu percurso é determinante enquanto indivíduo e adulto do futuro.

Através da análise comportamental, entre outros que envolvem o ambiente escolar, a psicopedagogia ajuda a criança a ultrapassar questões que dificultam a aprendizagem, como:

             Dificuldades de atenção e concentração;

             Esquecimento recorrente;

             Discurso confuso e desorganizado;

             Inversão, omissão ou adição de letras a falar e/ou escrever;

             Troca de palavras na leitura/erros ortográficos;

             Confusão com os sons que compõem as palavras;

             Dificuldades na gestão de tempo e conclusão de tarefas;

             Desinteresse e desmotivação.

 

Pedopsiquiatria

Uma especialidade médica particularmente relevante nos dias de hoje, em que as crianças sofrem os danos de uma realidade pandémica sem precedentes nas vidas das famílias., pois esta foca-se na saúde mental infanto-juvenil.

Atua ao nível da prevenção, avaliação, diagnóstico e tratamento de problemas emocionais e/ou comportamentais das crianças, jovens e suas famílias. Tem também importância quando há situações relacionadas com o fracasso escolar, comportamentos agressivos, dificuldades de relacionamento, entre outros. Muitos, produto do meio ambiente ou da conjuntura que rodeia a criança e pode comprometer o seu desenvolvimento.
 

Nutrição

Numa época em que a obesidade infantil galopa de ano para ano – e ainda mais num cenário (pós)pandémico e de confinamento, convém realçar o papel da nutrição na saúde da criança e de toda a família.

A qualidade e diversidade da alimentação que ingerimos é determinante no desenvolvimento físico e mental, sobretudo nos primeiros anos de vida. Com o exemplo dos pais e a orientação de um especialista, é possível moldar gostos, hábitos e até preferências alimentares que darão os seus “frutos” ao longo da vida, numa base equilibrada e saudável. Em alguns casos, a nutrição pode ter um papel determinante na prevenção ou tratamento de doenças endócrinas, metabólicas gastrointestinais, cardiovasculares, renais e oncológicas, por exemplo, para além do desejável controlo do peso.

Fisioterapia Infantil

Bebés e crianças até aos 12 anos são o foco da fisioterapia infantil. Aplica técnicas que visam, ou o desenvolvimento motor, ou o desenvolvimento respiratório, ou ambos, para a reabilitação da criança.

Numa vertente motora, os pais devem t com nomeadamente no que respeita a problemas respiratórios, cólicas, distúrbios do sono, atrofia muscular, paralisia cerebral e desvios posturais, melhorando a qualidade de vida dos mais pequenos e da sua família.

Numa vertente motora, os pais deverão estar alerta para sinais no bebé como:

             Aos 3 meses não controla a cabeça;

             Aos 6 meses não se senta com apoio;

             Aos 9 meses não se senta sem apoio;

             Aos 12 meses não se desloca de alguma forma;

             Aos 18 meses não se consegue levantar sozinho.

No âmbito respiratório, a fisioterapia infantil atua, de forma pontual ou continuada, em casos de:

             Rinite Alérgica, obstrução nasal, tosse, farfalheira;

             Dificuldades na eliminação de secreções;

             Sintomas de febre, diminuição de apetite;

             Asma brônquica, Bronquiolites, Pneumonia, entre outras Infeções respiratórias.

 

Terapia da Fala

As dificuldades de comunicação verbal nas crianças são frequentes e podem ser manifestadas das mais diversas formas, tendo ainda várias razões de ser. A terapia da fala é a especialidade mais indicada para estas situações e, embora seja válida para pessoas de todas as idades, o ideal é sempre uma deteção precoce, de forma a iniciar um tratamento rápido e eficaz.

A terapia da fala é a especialidade que se dedica à prevenção, avaliação e tratamento da comunicação humana e das adversidades a ela associadas.

No caso das crianças, é preponderante que os pais, os professores e os profissionais de saúde se encontrem atentos a situações que possam considerar suspeitas, como por exemplo:

             Vocabulário escasso;

             Dificuldade na compreensão e/ou expressão;

             Gaguez;

             Rouquidão;

             Incorreção ou omissão na produção dos sons;

             Alterações na alimentação e na deglutição;

             Dificuldade no desenvolvimento da leitura e da escrita.

Nesses casos, é relevante que a criança seja encaminhada para um terapeuta da fala, que posteriormente irá verificar se existe necessidade de acompanhamento, evitando possíveis complicações futuras.

 

Terapia Ocupacional

A Terapia Ocupacional é uma área da saúde que atua no tratamento e reabilitação de pessoas de todas as idades, nomeadamente crianças, de modo a capacitar para a realização das atividades do dia-a-dia que as mesmas deixaram de poder fazer por força de alguma condição clínica (motora, cognitiva, emocional ou social). Condições essas que podem estar presentes desde o nascimento ou serem desenvolvidas posteriormente como resultado de uma lesão.

A terapia ocupacional é, por isso, um apoio fundamental para a criança que tem dificuldade a responder positivamente a estímulos e há alguns sinais a que os pais poderão estar alerta, para que recorram a este acompanhamento:

             Baixo nível de atenção/concentração:

             Dificuldades preceptivas visuais, tácteis e auditivas;

             Rejeita/evita algumas texturas;

             Dificuldades de discriminação espaciais  (esquerda/direita, cima/baixo);

             Dificuldades de motricidade fina  (grafismo e preensões);

             Baixa tolerância à frustração;

             Dificuldades na sua autonomia  (vestir, comer, higiene);

             Medo de equipamentos de parques infantis;

             Diagnóstico de autismo.

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